Eu, Tu
e os meus sapatos

LOUCA PELA VIDA. LOUCA POR TI. LOUCA POR ESCREVER. LOUCA POR SAPATOS. NUMA PALAVRA: LOUCA!

#foodlover | Sushiaria

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A rota dos sabores hoje leva-nos a Leça da Palmeira.

Poderá parecer algo pretensioso (eu sei que é, podem fuzilar-me), a sirigaita do sul a escrever bitaites sobre restaurantes a norte… mas não há como não escrever sobre o Sushiaria.

Foi num dia cinzento, depois de uma reunião longa que almoçámos no Sushiaria. O caminho levou-nos até à costa, passando o olhar sobre um mar revolto e cabelos embaraçados ao vento. Sem complicações, porque afinal era um almoço “de trabalho”, optei por um dos menus de almoço. Entrada, sushi to sashimi e sobremesa. Numa palavra? DIVINAL.

Eu não sei, não posso mesmo saber, se o Sushiaria é o melhor espaço japonês no Grande Porto. Mas posso dizer-vos que entrou imediatamente no meu top de restaurantes de sushi. A combinação de peças era surpreendente, a qualidade do peixe e dos demais componentes irrepreensível e a fusão de sabores absolutamente fabulosa. E depois de um travessa deliciosa, chegou um crumble (desconstruído) de maçã e iogurte que era qualquer coisa do céu.

A decoração moderna e de linhas direitas confere ao espaço uma atmosfera acolhedora e intimista! É efetivamente uma pena que a vista para o mar esteja cortada pelo edifício do outro lado da rua! Pormenores…

Eu vou com toda a certeza regressar com família e amigos! E com os colegas é para repetir! For sure!

A malta do Norte que se manifeste!

(Fotos: Sushiaria)

 

(mais um artigo meu no eu, mãe)

Nighty night…

… with Eternity Night.

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Aventuras matinais…

Depois de três noites de insónia severa, chegou finalmente o (meu) sono dos justos. 7 horas de sono sem interrupções. Sim, o mau humor era principalmente por falta de descanso. A preguiça é maior que nos outros dias. É sempre assim. Quando durmo é quando fico quebrada. Molenga. Pesada. Com sono.

Acordei com ela ao lado da cama a pedir o leitinho da manhã. Fiz ronha mais uns (largos) minutos. Hoje não consegui que se rendesse e não dormiu mais.

Tomei o pequeno-almoço. Vesti-a e deixei-a a vegetar em frente à televisão enquanto me arranjava.

Saio do duche e pergunto se quer ir à casa-de-banho. “Não!”

Acabo de secar o cabelo e pergunto se quer ir à casa-de-banho. “Não!”

Maquilho-me, visto-me e pergunto se quer ir à casa-de-banho. “Não!”

Viro mula de carga: carteira pendurada num braço, portátil numa mão, mochila da corrida no ombro, mochila dela no outro ombro, saco para a engomadoria no pulso, chaves de casa e do carro na única mão livre. Ah, e o livro que ela insiste em levar algures encaixado no meio de toda esta tralha.

Fecho a porta. Entramos no elevador. Começa a descer. “Mãe, quero fazer chichi. Já!” E começa a bater os pés…

Eu já marquei!

Sempre a aproveitar que eu não deixo passar uma! Ah pois é!

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