Eu, Tu
e os meus sapatos

LOUCA PELA VIDA. LOUCA POR TI. LOUCA POR ESCREVER. LOUCA POR SAPATOS. NUMA PALAVRA: LOUCA!

#foodlover | O Talho

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E volto à capital e ao eu, mãe com um dos meus predilectos: O Talho.

O Talho é um espaço diferente. Muito diferente. Arrisco-me a dizer que é o playground do chef Kiko. Sem brincadeiras, com seriedade e, acima de tudo, com qualidade. É um espaço de devaneios gastronómicos que estão disponíveis no restaurante ou no próprio talho do espaço. Pensavam que o nome era ao acaso? De todo!!!

Já fomos só os dois. Já fomos com a gaiata. Já fomos jantar em modo “temos todo o tempo do mundo”. E já fomos almoçar em modo “vamos aproveitar uma horinha do dia de trabalho para conversar e namorar”. Senão? O WC é no piso inferior e quem tem miúdos pequenos sabe o que custa subir e descer escadas de saltos altos, com um ou dois copos de vinho tinto e uma gaiata ao colo. Alternativa? Subir e descer escadas de saltos altos, com um ou dois copos de vinho tinto e uma gaiata ao colo. Sim. É merecedor!

O espaço tem pinta. Uma decoração sóbria mas moderna com uma mistura equilibrada entre elementos mais trendy e outros mais clássicos. O atendimento é irrepreensível.

E a comida? Carne, certo? Já deu para perceber, right? E não é “só” a qualidade da carne. É a apresentação. O cuidado com o detalhe do início ao fim. É a conjugação de sabores. Os temperos. Os ingredientes inesperados e menos comuns. Must try? Todas as entradas. Hamburguer. Tártaro. Chamuças de pato. Sobremesas. Sim, as sobremesas são deliciosas. Arranjem um buraquinho. A carta de vinhos? Wow!

E vão por mim. O Talho não é mais um restaurante da moda. Não é.

(Fotos: O Talho)

(mais um artigo meu no eu, mãe)

Conto-te o meu dia…

E mostro-te como estou…

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[Colar Maria Muffins; Macacão Calzedonia; Sandálias Uterque]

É sexta-feira e ela revela os típicos sinais de cansaço resultante de uma semana de escola… acorda ainda antes das 7h, aparece-nos no quarto e, não estando para canseiras, pego nela e enfio-a na cama.

Ele levanta-se, eu levanto-me, ele toma duche, eu tomo duche, ele veste-se, eu também. E ela? Ela continua ferrada a dormir no meio das almofadas. De cetim, claro.

Já são horas e tenho mesmo de a acordar.

Hoje, dia de ginástica, decido que vai estrear os ténis pirosos (ou pavorosos?) que lhe ofereceram. Hoje. Hoje ela decide que são feios e não quer calçar os ditos. É preciso mesmo muita pachorra. Depois de alguma persuasão materna lá a convenço. Afinal quem manda sou eu.

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[T-shirt GAP; Leggins Zippy; Ténis piroso-psicadélicos Skechers; Gancho Maria Concha]

Just finished…

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E estou absoluta e completamente desapontada.

Quero acreditar, face às críticas que tenho lido, que este é um daqueles casos raros em que o filme superará o livro. (O filme que, diga-se, ainda não vi.)

Para uma história que se anuncia como thriller é desapontante que num livro com mais de quinhentas páginas, algures na página 60 já tivesse desvendado a história principal. E se eu fosse uma expert em policiais, vá!, podia desculpar-se… mas não sou! Além disso é uma péssima categorização: isto não é um thriller. Não é. Não há frio na barriga. Não há olhar por cima do ombro. Não há uma desconfiança nova a cada virar de página. E por isso não pode ser um thriller… porque sendo, então lamento: não passa de medíocre. Ainda assim dou-lhe ★★★. Tem uma linha muito bem definida, não há rabos de palha e está bem estruturado.

Digno de registo? O verniz giro da OPI. And that’s it.

Hi there!

Casual Thursday para mãe e filha!

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